Dúvidas Frequentes

Dúvidas Frequentes 2018-01-30T11:14:19+00:00

Perguntas Frequentes

Para chegar a um diagnóstico definitivo de uma lesão, o patologista examina ao microscópio as células que a compõem. Durante o período de Residência, o médico aprende a reconhecer as células e os tecidos normais que compõem o nosso corpo. Para cada tipo de alteração na forma, existem nomes codificados para as doenças.

Só que existem alguns tumores diferentes, com tratamentos totalmente diferentes um do outro, mas que são formados por células muito parecidas entre si ao exame microscópico. Para resolver estes casos, foi inventado o estudo chamado imunoistoquímico, que envolve reações químicas entre as proteínas presentes nas células cancerosas e anticorpos previamente preparados e marcados com proteínas conhecidas.

Pelo resultado dessas reações químicas, umas positivas, outras negativas, é possível saber o nome exato do tipo de tumor que está acometendo o paciente.

Somente assim será possível escolher o tipo mais indicado de tratamento.

Esse é um procedimento que toda mulher que tem (ou já teve) uma vida sexual ativa deve realizar – pelo menos uma vez ao ano. É um exame ginecológico realizado como prevenção ao câncer do colo do útero.

O exame convencional consiste basicamente na coleta de material do colo uterino com uma espátula especial, sendo este material colocado em uma lâmina e analisado posteriormente por patologista. Nele, é examinada a morfologia das células da mucosa do colo do útero, alterações nas células cervicais, chamadas de displasia cervical. A displasia que se desenvolve deve-se a uma infecção causada pelo vírus que se designa papiloma vírus humano (HPV).

Este vírus altera de tal forma as células que se podem formar tumores benignos ou mesmo malignos. O exame tem esse nome por ter sido inventado pelo médico George Nicholas Papanicolaou. Hoje, é possível realizar o Thin-Prep, que é o Papanicolaou moderno e mais seguro

Quando o médico realiza uma cirurgia, o patologista é requisitado para dar o diagnóstico na hora. O médico patologista vai até o hospital, levando consigo uma unidade móvel de laboratório. Em menos de 5 minutos, é possível preparar uma lâmina para estudo microscópico, ali mesmo no centro cirúrgico, com o paciente ainda anestesiado.

Se a lesão for benigna, a cirurgia termina ali. Se ela for maligna (câncer), o cirurgião retira mais tecido do paciente, até conseguir extirpar o máximo possível de tecido doente, na tentativa de livrar o paciente de todas as células malignas. As margens cirúrgicas também devem ser submetidas à biópsia de congelação, para haver certeza de que a totalidade do câncer foi extirpada do paciente.

Ou seja, congelação é o estudo microscópico de uma lesão feito no próprio centro cirúrgico, instantes após sua retirada do paciente pelo cirurgião.

Biópsia é um procedimento médico muito importante, que muitas vezes permite descobrirmos o diagnóstico da doença. Somente assim é possível escolher o tratamento adequado. A palavra “biópsia” (do grego bios – vida, e psis – cortar) significa tanto o ato de retirar um fragmento do corpo como o fragmento de tecido que é retirado durante esse procedimento. A biópsia deve ser colocada num frasco contendo formalina, para evitar o seu apodrecimento e encaminhado para o laboratório, onde será realizado o chamado exame anatomopatológico. O laudo deve, obrigatoriamente, vir assinado por um médico patologista, portanto, fique atento a isso. O médico solicita uma biópsia para:

– Definir o diagnóstico de todos os tipos de câncer e diversas doenças que podem acometer o corpo humano, tais como inflamações, degenerações etc.
– Estabelecer o grau histológico de malignidade e os demais parâmetros microscópicos que caracterizam o câncer.
– Avaliar a extensão da doença presente, com referência às margens cirúrgicas da lesão, afirmando se elas estão livres ou comprometidas, no caso de se tratar de um câncer.

– Avaliar o resultado de um tratamento.

É um método que permite o estudo de células presentes em nódulos na tireóide, mama e outros órgãos. O patologista aspira o local do nódulo com a ajuda do radiologista que, com um exame de ultrassom, pode afirmar se a ponta da agulha fina está posicionada corretamente dentro do nódulo.
O material colhido é espalhado em lâminas, submetido a colorações e examinado ao microscópio, chegando assim ao diagnóstico (se benigno ou maligno).